Dia Mundial do Combate ao AVC: Huop alerta para sintomas e prevenção

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Você sabe o que é AVC? E os principais sintomas? O acidente vascular cerebral (AVC), conhecido popularmente também como derrame, é uma das doenças cardiovasculares mais preocupantes. Os dados apontam que 1 em cada 4 adultos terá AVC, e a doença é uma das mais associadas a mortalidade e consequências graves.

Nesse dia 29 de outubro, Dia Mundial do Combate ao AVC, o Hospital Universitário do Oeste do Paraná (Huop) alerta sobre os principais sintomas e a melhor forma de prevenção. De acordo com o médico intensivista, Thiago Giancursi, a atenção para os sintomas durante o AVC é primordial para evitar sequelas graves. “Os sintomas característicos são a perda súbita de alguma função motora, musculatura mímica facial com assimetria e mudanças na voz e fala. Se o paciente tiver com um desses sinais tem 80% de chance de estar tendo um AVC”, diz.

Desde o início dos sintomas, o paciente tem em média 4h para que seja iniciado o tratamento. “São 1,9 milhões de neurônios perdidos a minuto durante o AVC, e por isso, quanto mais precoce o tratamento, menor é a chance de sequelas, que geralmente são graves e incluem até mesmo a perda de função motora”, diz. “O tempo é curto, por isso, é importante que as pessoas conheçam os sintomas e saibam como proceder para que o tratamento seja o mais eficaz possível”, ressalta Thiago.

FATORES DE RISCO

Entre os fatores de risco está a idade. Pessoas com mais de 50 anos são mais propensas a terem AVC, mas isso não elimina os riscos em outros pacientes mais jovens. “A doença pode acometer qualquer pessoa e em qualquer idade, mas tem os fatores de risco maior, que além da idade, também incluem obesidade, sedentarismo e o tabagismo”, comenta Thiago.

PREVENÇÃO

A melhor formade prevenir esse diagnóstico é adotando hábitos saudáveis. “Alimentação saudável, prática de atividade física e o abandono do tabagismo, estão entre os hábitos essenciais para evitar a doença, e diminuir os índices que hoje são preocupantes. Vale ressaltar que existe o tratamento específico, mas as pessoas precisam focar na prevenção”, enfatiza.

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